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“Auto da Índia”

de Gil Vicente

Com

João Ferrador

Manoela Amaral

Pedro BargadoSuzana Farrajota

Cenografia: Rui Luís Brás

Figurinos: Neusa Trovoada

Técnico de som e luz: Tiago Marques

   Direcção musical e sonoplastia: Pedro Bargado

 Produção: João Ferrador 

Dramaturgia e Encenação: Rui Luís Brás

[estreado em Fevereiro de 2004]

De entre a dramaturgia vicentina, este é talvez o texto mais interessante de encenar e um dos mais apelativos ao olhar de um público actual.

Os habitantes desta farsa sobre a folia de uma mulher adúltera encerram em si uma riqueza e contemporaneidade tais que rapidamente identificamos retratos humanos, muito próximos das referências que possuímos. As suas relações e conflitos (ordem moral / desejo sexual; religioso /profano; castidade / prazer) mantêm-se, na sua essência, muito semelhantes aos da nossa existência no Portugal de hoje.
   
   

“Falar Verdade a Mentir”
de Almeida Garrett

Com: João Ferrador
José Gonçalo Pais
Pedro Bargado
Rita Matos
Sara Aguiar
Suzana Farrajota
Cenografia: Eduarda Silva
Figurinos: Neusa Trovoada
Técnico de som e luz: Ricardo Trindade
Direcção musical e sonoplastia: Pedro Bargado Produção: João Ferrador
Assistência de Encenação: Manoela Amaral
Dramaturgia e Encenação: Rui Luís Brás

[estreado em Outubro de 2004]

Esta comédia de costumes baseia-se numa sucessão de situações equívocas criadas pela personagem motriz de Duarte, um mentiroso compulsivo. É através das suas mentiras que a acção vai avançando, no sentido de se ocultarem as ditas arolas, para que o casamento de Duarte e Amália não seja impedido pelo pai da noiva, o negociante portuense Brás Ferreira.

José Félix, criado particular de um general e Joaquina, aia de Amália, esforçam-se por dar cobertura às mentiras de Duarte perante o negociante, mas quando tudo indicia o desmascaramento de Duarte eis que surge uma ajuda inesperada.
Falar Verdade a Mentir é uma comédia de Almeida Garrett, e uma das mais representativas do seu tempo. Baseia-se numa sucessão de situações equívocas criadas pela personagem motriz de Duarte, um mentiroso compulsivo. É através das repetidas mentiras deste que a acção vai avançando no sentido de se ocultarem as ditas arolas. O grande problema que se põe é o do casamento de Duarte com Amália, filha do negociante portuense Brás Ferreira. A personagem de José Félix (coadjuvada pela criada Joaquina, sua noiva) marca uma posição importante, porquanto as encenações de diversas personagens que vai apresentando vão dando cobertura às mentiras de Duarte perante Brás Ferreira, seu futuro sogro.

Num momento em que se receia que Duarte seja desmascarado e que, por fim, não se efectue o matrimónio, a personagem do General Lemos vem solucionar o conflito, devolvendo a serenidade no desenlace.
   
   

“O Meu Pé de Laranja Lima”
de José Mauro de Vasconcelos
[adaptação de Luciano Luppi]

Com:
João Ferrador
José Gonçalo Pais
Manoela Amaral
Pedro Bargado
Rita Matos
Sara Aguiar
Suzana Farrajota
Cenografia:  Rui Luís Brás
Figurinos: Neusa Trovoada
Técnico de som e luz: Tiago Marques
Direcção musical e sonoplastia: Pedro Bargado e Telmo Lopes
Produção: João Ferrador
Produção Executiva: Paula Nora e João Pedro Só
Dramaturgia e Encenação: Rui Luís Brás

[estreado em Novembro de 2004]

A obra juvenil de José Mauro de Vasconcelos possui um carácter intimista e pessoal, pois baseia-se na infância do próprio autor. O Meu Pé de Laranja Lima foi posto no papel em 12 dias. «Porém estava dentro de mim há anos, há 20 anos.» Esta confissão de José Mauro de Vasconcelos explica a obra, que comove todos aqueles que a lêem.
A história comovente de Zezé leva-nos a conhecer a infância difícil de um menino de cinco anos, precoce, travesso, inteligente e sensível, que sonha ser poeta. Perante uma situação financeira complicada no seio da família, inventa para si um mundo de fantasia no qual o seu confidente é Xururuca, o seu pé de laranja lima, que cresce no quintal da casa. E Zezé cresce com ele, aprendendo tudo sozinho, nas diferentes relações que estabelece com as pessoas que o rodeiam e das quais a mais importante será talvez a amizade com um Português: o pai que a criança gostaria de ter tido. Mas a vida ensina--lhe demasiado cedo a sentir a dor e a saudade.
Os próprios críticos, em toda a parte do mundo, foram unânimes em reconhecer esta obra internacionalmente e não se pouparam a elogios e recomendações, declarando este texto como sendo um clássico da literatura juvenil. Convertida em best-seller, esta obra popularizou José Mauro de Vasconcelos em 1968, data em que foi lançada. «O que atrai meu público deve ser a minha simplicidade, o que eu acho que seja simplicidade. A minha linguagem regional está numa atitude compreensiva. Os meus personagens falam linguagem regional. O povo é simples como eu. Como já disse, não tenho nada da aparência de escritor. É a minha personalidade que está se expressando na literatura, o meu próprio.»

   
   

“D’Eça”
Adaptação para teatro de três contos de Eça de Queirós,
“ Singularidades de uma Rapariga Loira “, “ O Tesouro “,  “ A Aia “.

Com             
Cláudia Negrão
João Ferrador
José Mateus
Pedro Bargado
Sara Aguiar
Suzana Farrajota
Cenografia:   Rui Luís Brás
Figurinos:  Rafaela Mapril
Técnico de som e luz:  Ricardo Trindade
Direcção musical e sonoplastia:      Pedro Bargado 
Produção:   Eliana Oliveira Leal
Adaptação: Rui Luís Brás e José  Mateus
Dramaturgia e Encenação: Rui Luís Brás

Assistência de encenação: Suzana Farrajota e Sara Aguiar
cartaz d'eça
O Espectáculo “ D´Eça “ trata-se de uma adaptação para teatro de três dos mais emblemáticos contos de Eça de Queiroz sendo eles, “ Singularidades de uma Rapariga Loira “, “ O Tesouro “, “ A Aia “.O primeiro dos três ( “ Singularidades de uma Rapariga Loira “ que narra a história da paixão de Macário por Luísa ) funciona como fio condutor de toda a cena e como ponto introdutório dos outros dois, utilizando a figura de Eça de Queiroz como observador da comédia humana e como interveniente da sua própria criação.O amor, a nobreza de carácter, a honestidade e por contraponto a ganância são os grandes temas desta peça arrastando consigo toda a miscelânea do comportamento humano, desde o trágico até aos apontamentos de farsa que pontuam e temperam a vida e a vida no palco.É um espectáculo divertido mas pautado pela seriedade e severidade dos nossos actos tão a gosto de Eça de Queiroz, apreciado pela sua diversidade e acutilância na observação do homem.A encenação está a cargo de Rui Luís Brás que apostou na multiplicidade das formas e na capacidade transformativa, quase mágica, do mundo das histórias que começam simplesmente por: “ Era uma vez…”. 
   
   

“ Jacques e o seu amo ”
de Milan Kundera

Com            
Cláudia Negrão
Jaime Aragã
João Ferrador
José Henrique Neto
José Mateus
Manoela Amaral
Pedro Bargado
Rita Matos
Rui Pedro
Sara Aguiar
Suzana Farrajota
Voz Off:
Rui Morisson

 

Encenação e dramaturgia: Rui Luís Brás
Cenografia: Natércia Costa e Rui Luís Brás
Figurinos: Rafaela Mapril
Confecção de Figurinos: Ana Sabino
Desenho de luz
Operação de Som/Luz: Ricardo Trindade
Sonoplastia: Pedro Bargado
Cartaz: Sara Aguiar
Produção: Pequeno Palco de Lisboa
Produção Executiva: Suzana Farrajota e Rita Matos
Assistência de Encenação: Suzana Farrajota

Jacques Cartaz

Esta peça escrita por Milan Kundera é uma homenagem a Diderot e uma variação ao romance deste último, Jacques, o Fatalista, onde se dá o encontro entre o romance e o teatro. Num palco quase desnudado, num tempo indefinido, as personagens do Amo e seu fiel criado Jacques fazem a sua viagem rumo a um destino desconhecido, em constante reflexão filosófica sobre quem são e para onde vão. Um magnífico diálogo repleto de humor e ironia entre Diderot e Kundera, entrcortado por três histórias de amor: a do Amo, a de Jacques e a da Senhora Marquesa de La Pommeraye, desafiando, com extrema inteligência, as leis da construção dramática.

   
   

Provavelmente uma pessoa ”

Com
Adérito Lopes
Manoela Amaral
Pedro Bargado
Suzana Farrajota

Cenografia: Rui Luís Brás”
Desenho de luz: Ricardo Trindade
Técnico de Som e Luz: Ricardo Trindade
Concepção Musical e Sonoplastia: Pedro Bargado
Realização Vídeo: Afonso Pimentel
Cartaz: Miguel Rocha
Produção: Suzana Farrajota
Assistência de Encenação: Suzana Farrajota
Dramaturgia e Encenação: Rui Luís Brás

[Estreado a 24 de Janeiro de 2007 no Teatro da Trindade]
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Manhã cedo num pomar de uma casa, um casal depara-se com um corpo morto, envolto num cobertor. Um cadáver, sem nome, sem história, sem explicação alguma que justifique a sua proveniência e a sua presença naquele local. Confrontados com o enigma, os proprietários do terreno e o casal vizinho, enquanto aguardam uma resposta da polícia, vão deixando cair as suas máscaras, expondo os seus medos e as suas fragilidades.

Ao longo do texto, as quatro personagens, dotadas de um realismo quase grotesco, discutem sentimentos, revelam segredos e questionam culpabilidades, obrigando-se a si próprios e ao público que as assiste a redimensionar a sua posição face ao preconceito, ao racismo e à xenofobia.
   
   
“ Esta Noite Improvisa-se “
de Luigi Pirandello
Pelo Pequeno Palco de Lisboa| Em Bruto

Com:
Ana Guiomar
Artur Neves
Bernardo Marques
Carla Barradas
Cipriano Monteiro
José Pais
Luis Arez
Luis Chainho
Manoela Amaral
Mário Dias
Patrícia Pascoal
Rita Matos
Rita Ribeiro
Sara Aguiar
Suzana Farrajota
Selma Pereira
Sérgio Velhinho
Tiago Marques

Encenação e dramaturgia: Rui Luís Brás      Cenografia: Natércia Costa, Sonoplastia: Pedro Bargado
Operação de som e luz: João Ferrador


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Esta Noite Improvisa-se, um texto de Luigi Pirandello. O autor propõe nesta peça a apresentação de duas histórias que estão interligadas e que são contadas simultaneamente. Uma é a própria estreia do espectáculo, em que a personagem da encenadora, coordenando o seu grupo de actores, lhes propõe um trabalho de improviso sobre um tema definido; a outra história é esse mesmo tema, uma novela que conta a história da família La Croce, passada numa cidade da Sicília no princípio do século XX: assistimos, então, a um espectáculo em que se entrecruzam diversos níveis de realidade.
   
   
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“Dining Room”
Um texto de A.R. Gurney Jr., em estreia absoluta em Portugal.

Tem como cenário uma sala de jantar apenas, exposta como que num museu. Ao longo das dezoito pequenas cenas que compõem a peça – independentes umas das outras e reportando-se, na sua maioria, a questões da vida familiar – a sala de jantar vai ganhando vida. Delineando-se, aos poucos, um padrão de vida que o próprio autor define como sendo o dos Wasps, do Nordeste dos Estados Unidos, em meados do séc. XX, a sucessão de cenas que se inter cruzam entre si define-se a partir de uma panóplia de registos e ritmos diversos ao longo do espectáculo.
Encenação, dramaturgia e cenografia: Rui Luís Brás                                                            
Assistência Encenação: Suzana Farrajota                                                                                    
Sonoplastia:
Pedro Bargado                                                                                                    
Operação de som e luz:
João Ferrador                                                                         
Coordenação de figurinos
: Mafalda Vilhena

Com: Cristina Viegas, Rita Matos, Bernardo Marques, Rita Ribeiro, José Gonçalo Pais, Suzana Farrajota, Sara Aguiar, Selma Pereira, Nelson Baptista, Marta Paulino, Manoela Amaral.

Em Dining Room, assume-se o espectador enquanto voyeur, convidado a penetrar numa série de momentos íntimos de várias famílias que, na sua heterogenia, se pautam por um elevado nível de vida e padrões de comportamento muito semelhantes, como tantas vezes se reconhecem os mesmos fantasmas em pessoas tão diferentes.
 
   
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PPLX APRESENTA LISTEN TO ME II

COM:
 ANA LUÍSA LAMEIROS
 ANDREIA ESTEVES
 BRUNO PEREIRA
 ESTER
 FILOMENA CORREIA
 GUSTAVO DUARTE
 HELENA FERNANDES
 JOANA PONTE
 JOÃO ANDRÉ
 JOÃO PONTES
 MAFALDA RISQUES
 MARTA GIL
 MIGUEL TORRES                                           
 PATRÍCIA CAEIRO                                       
 TERESA FRANCO                     
                   
Coordenação Geral: Durval Lucena

Direcção Musical e Sonoplastia: Pedro Bargado

Encenação: Rui Luís Brás

(Estreou a 14 de Dezembro 2008)
Uma peça que retrata diferentes pessoas, diferentes cenários, diferentes momentos e diferentes sensações.
Afinal é disso que é feita a vida...
   


A Ronda
 
A Ronda
30 Abril a 16 de Maio – Teatro da Trindade (Teatro Bar)


Encenação Durval Lucena
Música e Sonoplastia Francisco Sousa
Coordenação Geral Rui Luís Brás
Interpretação Ana Castanheira, Elícia Baptista, Hugo Nevez, Joaquim Frazão, Joaquina Chicau,
Jorge Soares, Pedro Quintas, Rita Variz, Sara Aleixo e Tiago Cidade Pereira

Produção Pequeno Palco de Lisboa

A Ronda descreve a atmosfera de erotismo e melancolia da Viena do fim-de-século através dos encontros furtivos e ilícitos de dez personagens que se interligam numa busca constante pela satisfação amorosa,
face à sua solidão, e que são remetidos para um movimento incessante em círculo onde gravitam o prazer
e a dor. Ao exercício da sua actividade profissional, médico psiquiatra juntou a sua actividade criativa e isso permitiu a Arthur Schnitzler colocar em cena a libido como elemento propulsor da actividade humana

   

 

 

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Concept: Pequeno Palco de Lisboa